Esse fato. De querer que as coisas, sejam ao menos uma vez, a constância que a mente tece. É uma pura ilusão, de pessoas que se transformam, dobrando-se para nos reconfortar, um pedido de vênia. Permitindo se mais, a injuria volta a se lacear. E a aflição outrora calada. Se regozija nesse momento, de indefesa do espírito.
Esse fato. De querer que as coisas, sejam ao menos uma vez, a constância que a mente tece. É uma pura ilusão, de pessoas que se transformam, dobrando-se para nos reconfortar, um pedido de vênia. Permitindo se mais, a injuria volta a se lacear. E a aflição outrora calada. Se regozija nesse momento, de indefesa do espírito.
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